segunda-feira, 11 de abril de 2011

Desencanto

Este teu ímpeto abrupto, fugaz

Sanguíneo espasmo, súbito, mortal

É antitético e paradoxal

Pois teu olhar parece um gesto de paz

Porém mostrastes do que eras capaz

E me deixastes taciturno e triste

E neste clima que em mim persiste

Vejo a doçura virar azedume

E congelar o que era antes lume

Porque o amor por ti não mais existe

Paulo Viana

4 comentários:

Blog do Sanharol disse...

Paulinho.

Depassagem para matar saudade e deixar-lhe um forte abraço.

Antonio Morais

Paulo Viana disse...

Abraços, amigo. Obrigado pela visita.

número1 disse...

http://www.facebook.com/home.php?sk=group_175354452487223&notif_t=group_activity

Nilo Bezerra disse...

http://www.facebook.com/home.php#!/home.php?sk=group_175354452487223&id=204159719606696&notif_t=like